novembro 26, 2013

uma vez transei com um cara da tribo de Moisés, foi ele quem soldou o bezerro de ouro, com modelo ditado pelo ancião depravado,foi ele quem mais o adorou sem jamais compreendê-lo. depois da ira de Moisés, ele confundiu imagem com a coisa, sua vista jamais clareou.
Hj ele segue na rabeira da tribo catando os restos das mulheres que perderam os maridos e dos amigos que não podem mais caminhar, tendo medo dos cães que ladrem e não mordem

Professora que se diz vítima de macartismo propõe debate ao vivo: "Eles acusam, eles julgam, eles punem" - Viomundo - O que você não vê na mídia

Professora que se diz vítima de macartismo propõe debate ao vivo: "Eles acusam, eles julgam, eles punem" - Viomundo - O que você não vê na mídia
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CARTA DA PROFESSORA COPIADA DO ARTIGO ACIMA

Sr. coordenador do blog escolasempartido:
Em resposta a seu aviso de publicação de artigo em que veicula informações descontextualizadas e distorcidas sobre minhas aulas e minha correspondência particular com meus alunos – vale ressaltar que a simples publicização de informações circulantes em grupo fechado privado, sem previa autorização, já constitui irregularidade passível de responsabilização e penalidade previstas em lei –, venho notificá-lo de minha discordância e consequente desautorização da referida publicação, vinculando meu nome aos propósitos difamatórios do blog que o sr. coordena.
Primeiramente, dado que a questão me é dirigida como docente, e não como simples cidadã, quero salientar, antes de qualquer coisa, a ausência de legitimidade de seu blog para julgar conteúdos ministrados por mim ou por qualquer outro professor. O direito à liberdade de expressão lhe garante a divulgação de suas opiniões sobre qualquer coisa, mas serão sempre, e apenas, opiniões. Ainda que o sr. tenha assumido, perante seu grupo ou seu partido, o papel de paladino da educação brasileira, nem o sr. nem seu blog são órgãos fiscalizadores do Ministério da Educação, nem podem pretender agir como tal, arrogando-se autoridade legal para censurar o pensamento e a livre expressão. Por isso, causa estranheza sua ameaça de que a “publicação será feita, a menos que eu demonstre não serem verdadeiros os fatos” (tendenciosamente) articulados, em que se pressupõe que, além de “fiscal”, o sr. atribui-se a posição de “julgador” do que seja a verdade (e isso, logicamente, sob sua lente particular e enviesada).
Além disso, sr. preclaro autoproclamado paladino das liberdades democráticas, antes de tudo, deixemos evidente que quem se declara “sem partido” como o faz o seu blog está se declarando, na verdade, a favor do partido que sempre quis ditar os rumos desse país. Portanto, para começo de conversa, é imperativo esclarecer que é desse lugar de desinteligência que entendo partir sua ameaça, de resto, tendenciosa e infundada.
Não pretendo perder meu tempo com excrescências de corte fascista, mas, como advogado que é, o sr. deve saber que devo notificá-lo, para alertá-lo sobre as consequências de sua não observância de minha desautorização. É assim que, ciente de meus direitos como cidadã e docente, bem como do que determina a Constituição Federal, notifico em resposta minha discordância e desautorização diante do que considero uma afronta de sua parte, passível de reparação nos termos da lei. Sem a menor intenção de dar-lhe qualquer explicação, mas a título de ressaltar fatos elementares, amplamente conhecidos, recordo-lhe que a autonomia didático-pedagógica assegurada às Instituições de Ensino confere à FATEC o poder-dever de determinar os programas de ensino da Instituição, conforme o artigo 207 da Constituição Federal: “As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.”
Como professora contratada pela FATEC por meio de concurso público, igualmente me é assegurada a autonomia para, dentro de minha área de especialidade, definir o plano de ensino no formato em que julgar que deva sê-lo.
Isso seria o bastante para apenas ignorar sua ameaça (e é disso que se trata, já que, salvo melhor juízo, não há qualquer embasamento científico que confira ‘foros’ de ‘parecer’ àquilo que, a despeito de ser livre exercício de manifestação de pensamento, é apenas tentativa de calar o que vai de encontro àquilo que o “partido” – seja lá qual for – da “escola sem partido” crê deva ser posto em debate); todavia, ameaças desse tipo, por mais inócuas que pareçam, não podem ser ignoradas. O sr., seus chefes e seus seguidores são adultos que devem assumir a responsabilidade pelas ações persecutórias que desencadeiam e suas consequências. E é o que acontecerá – o sr., seus chefes e seus seguidores responderão judicialmente caso tentem vincular meu nome à sua campanha de bullying ideológico.
Posto isso e neste sentido é que deve seu blog – que considero um instrumento pernicioso de desinformação e desrespeito às liberdades democráticas – abster-se de publicar qualquer artigo com meu nome. Como advogado, o sr. deve conhecer o artigo 20 do Código Civil – que fiz constar na epígrafe desta carta-notificação –, onde se lê que:

“Salvo se autorizadas, ou se necessárias à administração da justiça ou à manutenção da ordem pública, a divulgação de escritos, a transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais.”
Não é preciso grande esforço argumentativo para evidenciar que a mera citação de meu nome em qualquer publicação veiculada por seu blog incorreria em todos os aspectos previstos pelo referido artigo, tendo em vista que meu currículo de profissional graduada e pós-graduada pela melhor universidade da América Latina, pesquisadora atuante, pela mesma instituição, em grupo devidamente credenciado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), bem como minha irrepreensível conduta profissional como professora de ensino médio, técnico e superior de instituições educacionais públicas e privadas de reconhecido prestígio, garantem-me a honra, a boa fama e a respeitabilidade que seu tacanho projeto ideológico visa comprometer e a cuja preservação fica-me garantido o direito pelo já citado artigo 20 do Código Civil.
Sendo, por ora, o que tenho a notificar, finalizo por registrar meu mais profundo sentimento de honra por saber-me listada entre os desafetos de seu grupo. Em minha humilde prática docente, é motivo de imensurável orgulho ser objeto da sanha persecutória do “partido” da “escola sem partido”, ao lado de autores e educadores, eles, sim, dignos de reconhecimento e respeito.
Atenciosamente,
Cleonildi Tibiriçá

novembro 22, 2013

RACISMO E EDUCAÇÃO EM FILMES

http://www.geledes.org.br/areas-de-atuacao/educacao/noticias-de-educacao/22034-13-filmes-que-discutem-racismo-na-educacao

agosto 19, 2013

Somos todos César

Somos todos César
Por Laís Modelli

Crônica sobre garoto mexicano, em meio à rebelião dos estudantes, inaugura nova coluna de “Outras Palavras”: agora sobre aqueles que não vemos
Texto e foto: Laís Modelli
Outras Palavras inaugura uma nova coluna: “Outras Pessoas/Outras Vidas”. Publicada semanalmente, trará textos dos jornalístas Laís Modelli e Rôney Rodrigues. Serão perfis de pessoas anônimas, marginalizadas, esquecidas. Rostos que sofrem os problemas sociais e que fazem parte das piores estatísticas publicadas nos jornais diários. Pessoas que têm perguntas – e respostas – embora nunca sejam perguntadas; que têm desejo e sonhos, que talvez nunca se realizem. Pessoas que existem, mas não enxergamos.
México. Está ali, ao lado do país mais influente do mundo. Tem uma das fronteiras mais problemáticas do cenário global, nos últimos cem anos. Mas quem são os seus? Qual o nome do atual presidente do país? Ignoramos a informação, não sabemos responder. Mas deveríamos – por questões de geografia, ética e direitos humanos.
Pois Enrique Peña Neto, atual presidente do México, é membro de uma agremiação política – o PRI, Partido Revolucionário Institucional – que governou o país por setenta anos seguidos, no século passado, e em 2013 voltou à Presidência. Enrique foi acusado, durante sua campanha eleitoral, de matar a própria mulher (ela era dependente química, em um país que tem como maior problema social o narcotráfico). Também é acusado de casar logo em seguida com uma atriz famosa e popular, que teria escolhido e encomendado em uma revista tipo “Caras”. Ainda estão nas contas de Peña e do PRI a acusação de ter produzido fraude nas eleições presidenciais, no ano passado. É aqui que começa nossa história: na fraude.
Setembro de 2012
Monumento da Revolução, Cidade do México. Avisto dezenas de barracas armadas embaixo do ponto turístico construído em homenagem a Emiliano Zapata e à Revolução Mexicana. Caminho a passos largos até elas, mas não me deixam entrar no acampamento. Jovens desconfiados me tomam pelo braço, me pegam a câmera e me fazem apagar a foto que descuidadosamente tirei de uma criança que corria entre as barracas.
Perguntam quem sou eu e o que quero ali. Eu não sei responder nem a primeira, nem a segunda pergunta. Pouco tempo depois, descubro que eles se chamam de #YoSoy132, um dos maiores movimentos sociais da atualidade do México. Nasceram contra a fraude eleitoral e a reeleição do partido de Enrique Peña Neto. Começou com estudantes e professores universitários, em julho de 2012, até que se popularizou e passou a atrair pessoas de outros segmentos da sociedade, como estrangeiros, ilegais, desempregados e o César.
César
8 anos. Não tem pai. Mãe desempregada. Ascendência indígena. Antes mesmo de falar o espanhol, já falava o dialeto de seus antepassados, porque esse aprendeu em casa, não precisou ir para escola. É baixinho, de olhos puxados, mirrado como a sua condição social.
Mas César tem o dom para os discursos esquerdistas a la Maiakovsky. Esse ímpeto discursivo o fazia tomar o microfone em todas as manifestações e assembleias. Aí era gigante. Enchia os pulmões de ar e berrava para a multidão. “México: alerta!”, “Coca-cola: asco! Enrique Peña Neto: asco!” Oito anos. Eu não tinha essa consciência aos dezoito. César ainda não sabe escrever um mundo de palavras em espanhol, mas já sabe o que significa asco político. César não tem mais casa, mora com a mãe no acampamento do #YoSoy132. César não frequenta a escola porque não conseguiu vaga. É normal isso no México, sempre ficam crianças de fora um ano ou outro. Naquele ano, foi a vez do César. O jeito era virar morador de barracas aos pés de Zapata. Para compensar a falta da sala de aula, os manifestantes do movimento se revezavam em aulas de gramática, matemática e até de artes cênicas para o menino mirrado. César se tornara o coração do acampamento.
Janeiro de 2013. Vem a verdade sobre César: a mãe do menino era uma espécie de espiã do partido de Peña Neto que se infiltrou no acampamento. Em troca de cestas básicas, ela deveria fornecer informações e nomes de organizadores do movimento.
Todos sentiram o nó na garganta quando descobriram o que levara César ao acampamento do #YoSoy132 – desde o mais revolucionário ao mais “maria-vai-com-as-outras”. O garoto ainda era novo pra compreender, mas o seu asco dito nos microfones da revolução vinha de quem comprava sua mãe, desempregada, alienada pelo Estado e largada pelo marido. César, por não ter o que comer, também não podia mais ter em que acreditar. Beija essa boca que te escarra, César. Afaga essa mão vil que te apedreja. É a mais perfeita vida que Augusto dos Anjos anunciava tempos atrás.
Esses são tempos de Césars. De milhões deles por ai, morando embaixo de monumentos de Zapata, embaixo do Minhocão, esquecidos no vão do Masp e largados embaixo das pontes, à mercê da sociedade. Somos todos pais de César, calados pela fome do básico. Somos todos Césars

julho 25, 2013

Atitudes que drenam energia | Sob Malhete

Atitudes que drenam energia | Sob Malhete

Desespero
1 – Pensamentos obsessivos
Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
2 – Sentimentos tóxicos
Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo
Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
4 – Fugir do presente
As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
5 – Falta de perdão
Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.
6 – Mentira pessoal
Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
7 – Viver a vida do outro
Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8 – Bagunça e projetos inacabados
A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9 – Afastamento da natureza
A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
(Autor Desconhecido)
Antonio Santin

julho 21, 2013

Shimeji com Nirá @ La Palma

Shimeji com Nirá @ La Palma
entradinha
INGREDIENTES
200 gramas de Shimeji
1/2 maço de nirá( ou nira com flor)picados em mais ou menos 2 cm
óleo
shoyu
saquê Azuma Kirin ( saquê seco)
açúcar a gosto
COMO PREPARAR
1. Esquente a panela com um fio de óleo;
2. Coloque o Shimeji cortado em pedaços grandes, o nirá, tempere com o shoyu, um pouquinho de saquê, mais ou menos 2 colheres de sopa de açúcar;
3. Deixe cozinhar por aproximadamente 5 minutos e está pronto!
Caso vocês queiram servi como prato principal, deixo aqui uma sugestão de receita igualmente fácil.

Frango com Shimeji e Nirá

Ingredientes
500grs de peito de frango cortado em cubinhos
1/2 cebola picadinha
1/2 maço de Nirá picado
5 colheres de sopa de molho de soja ( shoyu) ou se preferir à gosto
1 bandeja de shimeji claro ou escuro
2 colheres de sopa de manteigaou azeite de oliva
Preparo
Refogue a cebola na manteiga até amolecer, junte o frango em cubinhos e deixe dourar um pouco.Acrescente 5 colheres do molho de soja (shoyu) e mexa bem.Acrescente o shimeji mexa mais um pouco até que ele fique macio.No final acrescente o Nirá.
um dia calmo de solidão constituinte, reconstituinte, nenhuma voz humana ou um ou outro cumprimento, saudação...
preciso de silêncio e música, e calma

julho 14, 2013

From Chaos to Calm » Professional Organizer, Rochester NY

From Chaos to Calm » Professional Organizer, Rochester NY

From Chaos to Calm, LLC is a professional organizing service that uses proven, innovative methods & techniques to eliminate clutter, disorganization and related stress within your physical and mental environments.