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1921
Spain
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fevereiro 02, 2013
janeiro 30, 2013
janeiro 29, 2013
todos bem
Não amo muito quando trabalham pouco e reclamam da nota;
Amo os que picham, os que fazem stencil, os que colam lambe-lambe, em vez de fazer uma manifesto um pixo; em vez do diálogo uma enquete de opinião, a gente ouve do mesmo jeito.
Admiro mesmo aquele olhar que olha através, que põe a alma nua e requer sinceridade.
dezembro 15, 2012
novembro 23, 2012
novembro 14, 2012
não se apresse não
novembro 03, 2012
outubro 29, 2012
setembro 26, 2012
setembro 17, 2012
setembro 05, 2012
me sinto um termostato quebrado
Mas fiquei contente que em outro produto mais essencial veio um pente rosa choque de brinde.
Também adorei achar tomilho e pimenta biquinho pra trazer pra casa. Não comprei nada que não fosse essencial.
Agora mesmo já fez calor e depois fez frio, minha orelhas queimam.
Termostato: Fís Dispositivo automático destinado a manter a temperatura de um corpo ou de um ambiente.
agosto 26, 2012
abril 29, 2012
abril 01, 2012
março 26, 2012
março 03, 2012
Teló, telos, nada dura
Depois de quase 50 anos de vida, ando invertendo um velho ditado "a vida é longa e a arte é breve", não que se esteja fal...ando de arte no caso do Teló, mas já vi/ouvi sucessos grudentos que se foram pra sempre (alívio). Vi auge e queda do socialismo real; auges e quedas formidáveis do capitalismo (que podia cair de vez desta vez). Vi abstração e figurativismo trocarem de lugar no gosto da crítica mais de uma vez. Vi a arte e a história morrerem várias vezes. Já vi o moderno, mesmo odiado, dominar o mundo por alguns anos e ser acusado até hoje de todos os males das cidades. Já vi o pós modernismo durar menos de uma década e não servir pra na nada. Aprendi que não se pode contar vantagem de performances, desempenhos sexuais, físicos, políticos nem do sucesso de mercado, é tudo névoa. Não se pode muito menos ficar se achando em relação às nossas ações na vida (sempre se pode pisar na bola e errar irremediavelmente). No fim, talvez a vida e arte valham a pena exatamente por que não duram para sempre. Nem os imortais nem as montanhas duram a eternidade.
fevereiro 29, 2012
fevereiro 27, 2012
LOBO REPÓRTER: Como ser um Herbívoro Feliz
fevereiro 24, 2012
fevereiro 18, 2012
A noitinha mesmo problemas de outros são colocados aos meus ouvidos.
Refugiada nas grimpas, mas problemas sobem escadas, Eles vêm ... sem se procure por eles.
Coisas tristes acontecem, coisas em geral acontecem... acontecimentos, devires, desencontros mais do que encontros, partidas precoces - é preciso perder todos os vínculos para partir sem se despedir me disse alguém.
Vínculos, sonhos, projetos, esperanças, decepções, cair na real, qual a palavra em português para essas expressões? em outras línguas, certamente a lingua alemã tem uma palavra pra isso.
Um cristão, acho que é uma fala cristã(blog Metanoia) , diz que metanóia é a palavra que resume essa "grande compreensão" no sentido de cair em si, cair na real. Converter, arrepender...
Perceber, distinguir, constatar, discenir todas palavras imperfeitas para traduzir a angústia, o tanto que se abre mão para aceitar a nova constatação...os equivocos anteriores, o deslumbre interrompido, desmentido, desmascarado.
Se as coisas não acontecem como programadas, pra que fazer planos?
Continuo confiando em fazer planos, é uma forma boa de passar ou perder tempo, mas não depoisito nehuma fé nos planos.
Enfim foi um carnaval parado e com um baque forte.
Bem vindos ao presente, mas fujam sempre que possível! André Lemos
fevereiro 13, 2012
fevereiro 10, 2012
fevereiro 09, 2012
fevereiro 03, 2012
You Know I´m no good
Primeiro fiquei revoltada com destino porque ele morreu cedo demais, ele anunciava e eu não acreditava, ele sabia. Depois fiquei e continuo furiosa com os médicos, e finalmente, comigo mesma. Porque estive tão distante naqueles dias? qual a causa daquele sono, daquela canseira?
Continuo revoltada comigo mesma, conclui que nos últimos tempos vinha sendo uma filha ruim - conclusão de ano novo: I´m no good
Pelo menos meus sentidos continuam me enganando...
""Os teus ouvidos estão enganados.
E os teus olhos.
E as tuas mãos.
E a tua boca anda mentindo
Enganada pelos teus sentidos.
Faze silêncio no teu corpo.
E escuta-te.
Há uma verdade silenciosa dentro de ti.
A verdade sem palavras.
Que procuras inutilmente,
Há tanto tempo,
Pelo teu corpo, que enlouqueceu."" Cecilia Meireles
janeiro 24, 2012
janeiro 14, 2012
janeiro 13, 2012
janeiro 05, 2012
Por que (re)ver Dersu Uzala
Por Arlindenor Pedro*
Assistir Dersu Uzala é um exercício de reflexão sobre o instinto de sobrevivência natural do ser humano, na verdadeira acepção da palavra. Creio ser esta a obra mais eloqüente que o cineasta japonês Akira Kurosawa produziu a respeito do tema. De forma sutil, ele nos faz pensar em nossos limites, propondo situações em que a natureza nos põe à prova, testando nossa habilidade de sobrevivência em um mundo diferente do nosso, onde pouco importa o que aprendemos anteriormente. Em tais condições, seguir os ensinamentos de quem já tem a experiência da adaptação ao ambiente que nos é inóspito torna-se primordial. Ao superarem obstáculos em conjunto, os personagens constroem uma relação de mútuo respeito, em que conhecimento é transmitido de forma natural.
Muito bem elaborado, o roteiro baseia-se no diário de viagem do explorador e topógrafo do exército tzarista russo Vladimir Arsemiv. Kurosawa e seu roteirista, o soviético Yuri Nagibin, nos colocam frente à oposição de dois mundos. Um é o do capitão Vladmir Arseniev, homem culto e civilizador, detentor do conhecimento do mundo moderno, onde prevalece a razão – em última instância, o conhecimento explicito. Outro, o do mongol Dersu Uzala, um caçador das estepes siberianas, que detém o conhecimento da vida na natureza, empregando-o não para subjugá-la, mas para sobreviver junto a ela, numa harmonia própria do homem natural. A história desenrola-se numa situação em que a natureza se impõe, de forma que o mais simples prevalece perante o mais complexo – pois suas soluções, baseadas na criatividade (em última instância, o que chamamos de conhecimento tácito) são as mais viáveis para o momento.
Gosto muito de todos os filmes de Kurosawa, nas suas diferentes fases. Suas obras transcenderam a cultura do Japão, permitindo compreender aspectos relevantes da natureza humana. Sua vastíssima produção intelectual inclui filmes que atravessaram inúmeros momentos da história japonesa e revela o sedimento de pensadores e literatos universais, como Dostoievski e Shakespeare. Suas histórias têm um profundo sentido humanista. Por tudo isso, ele – e sua estética muito peculiar – criaram uma legião de seguidores, que o elegeram como um dos maiores cineastas de todos os tempos. Este trabalho foi aclamado em festivais de cinema tais como Moscou, Berlim, Cannes, Veneza, e deram ao autor, em 1989, o Oscar de melhor obra cinematográfica.
Akira Kurosawa popularizou os filmes de samurai na difícil conjuntura do pós-II Guerra. Derrotado e sob ocupação norte-americana, o Japão censurava filmes de orientação marxista, ou enredos baseados em histórias da tradição milenar japonesa, e artes marciais. Os filmes de produção nipônica estavam reduzidos a 25% do mercado.
Sua obra mais conhecida, sobre esse tema, foi Os 7 samurais, de 1954, hoje considerado como um dos melhores filmes japoneses de todos os tempos. Seu roteiro foi adaptado para diversos filmes feitos posteriormente – notadamente, de faroeste. A história nos remete aos conceitos de honra e sentimento de justiça, tema recorrente na obra do diretor. Talvez pelo fato de ter se dedicado à pintura na sua juventude, Kurosawa realizou filmes de beleza e estética inesquecíveis , como se fossem quadros vivos. Sonhos, de 1990, marca o ápice da sua genialidade na comunicação de elementos subjetivos para a tela de cinema.
Dersu Uzala é um filme do renascimento de Kurosawa, após uma tentativa de suicídio, em 1971. Frustrado com seus filmes anteriores, talvez influenciado pela morte do seu irmão, Heigo – que disparou contra o próprio peito após forte processo de depressão, aos 22 anos – o cineasta cortou-se diversas vezes na garganta e pulsos, passando por um difícil período de recuperação. Sobreviveu e aceitou convite do mais importante estúdio da União Soviética (o Mosfilm) para filmar a história do encontro entre o capitão Arseniev e Dersu Uzala. A obra foi realizada em situações dificílimas, em sets de filmagens no interior da Sibéria, onde foi decisiva a infra-estrutura colocada à sua disposição pelo governo soviético. Estava concluída em agosto de 1975.
Numa das cenas marcante do filme, o mongol e o russo perdem-se em um lago congelado, e, de súbito, uma nevasca os atinge. Com a noite chegando, no frio siberiano (que pode atingir até 60ºC negativos), o russo deixa-se abater e se entrega à morte – para ele, certa. Dersu, obstinado, coloca em prática o seu espírito criativo. Convence Arseniev a recolher arbustos na estepe que circunda o lago. O capitão aquiesce. Cambaleante, e mesmo sem entender direito o significado do ato, faz o que Dersu lhe pede, até o esgotamento. Imagina que o companheiro terá uma solução para aquela situação desesperadora. Dersu, então, continua recolhendo a vegetação rala, que mais tarde se transformará numa pequena cabana, cavada na terra. Uma situação em que prevalece a criatividade e o espírito improvisador de um homem acostumado a viver na natureza selvagem.
Durante o desenrolar da história vamos nos apaixonando pelo pequeno mongol, que aos poucos mostra como é realmente. Aparece um homem simples, que vive livre na natureza, com pleno conhecimento do ambiente que o cerca. Mas, ao mesmo tempo, um ser temeroso das forças naturais, que não as compreende plenamente. Trata-se, na forma descritiva do diretor, do eterno embate entre o mito e a ciência, ou da razão esclarecida, já tão bem estudada pelos filósofos.
Dersu movimenta-se de acordo com suas tradições e o conhecimento adquirido em sua vivência diária. Arseniev orienta-se por seus livros e pelo que lhe foi transmitido nos bancos escolares e no exército. Dersu respeita o conhecimento do seu amigo, e o capitão se surpreende ao ver naquele homem atributos de alto valor de dignidade, honradez, solidariedade, coragem e determinação, aliados a sua extrema simplicidade. São qualidades cada vez mais esquecidas no mundo civilizado.
Opera-se então um equilíbrio entre os dois mundos e se abre, numa perspectiva russeauniana, a tensão entre o “homem natural” e a “civilização”. Desenvolvido por Jean-Jacques Rousseau, em especial no seu Discurso sobre a Origem e Fundamentos da Desigualdade Entre Homens, mas presente também nas investigações de filósofos pós-modernos, o tema é de enorme atualidade. Contribui com a reflexão dos que procuram libertar o homem contemporâneo das cadeias impostas pelo reino da mercadoria — onde prevalece o desequilíbrio imposto por uma forma de ser se choca com nossa condição de ser integrado na natureza.
No filme, após algum tempo juntos, os dois companheiros separam-se. Dersu empreende uma viagem sozinho através das estepes. O russo retorna à civilização com o fruto de suas pesquisas topográficas. Eles irão se encontrar novamente, mas em uma nova situação.
Nela, o mongol curvara-se ao tempo e à idade. Já não possui a destreza e a visão para o tiro – atributos imprescindíveis para um caçador. Seu amigo oferece-lhe, então, a própria casa, e propõe levá-lo à cidade. O mongol aceita com relutância. Acontece o que era de esperar.
Dersu não se adapta à vida na cidade. Como um espírito livre como o dele pode viver tolhido pelos limites da lei e dos costumes? Não pode portar armas, nem atirar; não pode dormir em barraca; sua forma de ser e aparência agridem as pessoas. Vive triste, pois não encontra um lugar nessa sociedade: seus conhecimentos são inúteis na civilização. Toma então a decisão de retornar a Sibéria. Cumprir o seu ciclo: morrer em seu habitat!
O amigo compreende sua decisão. Na despedida, presenteia-o com um moderno rifle, de alta precisão, que não exige visão apurada. Com ele, Dersu poderá caçar novamente. Mas, por força da ironia, será esse o instrumento de sua morte, mais tarde.
O filme inicia e termina com a procura que o capitão empreende, para descobrir onde Dersu Uzala foi enterrado. Seu túmulo estava escondido, pois a floresta onde jazia seu corpo fora destruída para dar lugar a uma recente construção de casas. O mongol fora assassinado por um ladrão que cobiçava seu moderno rifle, presente do amigo.
Bela história, em filme incomum. Mas, também um tema para reflexão, em momentos de procura do novo homem que todos buscamos.
Serra da Mantiqueira, janeiro de 2012.
*Arlindenor Pedro é professor de História e especialista em Projetos Educacionais. Anistiado por sua oposição ao regime militar, atualmente é produtor de flores tropicais na região das Agulhas Negras.
janeiro 04, 2012
janeiro 02, 2012
Peter Frampton - Now - 09. While my guitar gently weeps
Por um dois mil e doze gentil, calmo, doce e desembaraçado!!!
janeiro 01, 2012
FILME MEDIANEIRAS: BUENOS AIRES NA ERA DO AMOR VIRTUAL
Arch Dauly recomenda o curta metragem,”Medianeiras – Buenos Aires na Era do Amor Virtual”, produzido na Argentina por Gustavo Taretto.Esse delicioso curta mostra de uma maneira poética, mas muito didática a importância da forma como uma cidade é construída e suas implicações na
dezembro 16, 2011
Bruce Lee_Be Water My Friend
“Esvazie sua mente, seja amorfo, como a água. Se você colocar água numa taça, ela vira a taça. Se você colocar água numa garrafa, ela vira a garrafa. Se você colocar água numa chaleira, ela vira a chaleira. A água pode fluir ou partir-se. Seja água, meu amigo.” Bruce Lee
dezembro 14, 2011
dezembro 06, 2011
novembro 11, 2011
novembro 09, 2011
novembro 08, 2011
novembro 07, 2011
Remember love
Recorded on 1 June 1969, in Room 1742 at the Queen Elizabeth Hotel in Montreal, after the recording of 'Give Peace A Chance'.
Vocals: Yoko Ono
Guitar: John Lennon
The B-Side of the single 'Give Peace A Chance' by Plastic Ono Band.
Later released on the remastered CD of the John Lennon & Yoko Ono album 'Two Virgins'
Katsushika Hokusai
Remedios Varo
novembro 01, 2011
agosto 12, 2011
agosto 07, 2011
julho 31, 2011
julho 27, 2011
julho 02, 2011
junho 28, 2011
junho 26, 2011
Nem eixo nem seixo | Trezentos
texto que dialoga com mais dois textos:
A esquerda fora do eixo – foi publicado como editorial no Passa Palavra [www.passapalavra.info].
A Esquerda nos Eixos e novo ativismo – de Ivana Bentes, publicado no Trezentos [www.trezentos.blog.br].
junho 14, 2011
workaholic
por último a paciência para lidar com pessoas.
maio 28, 2011
maio 17, 2011
fevereiro 22, 2011
fevereiro 16, 2011
fevereiro 15, 2011
janeiro 27, 2011
Estruturas e mulheres
As modelos contemporâneas, com roupas que não escondem suas formas e seu corpo, no entanto marchavam como quase como militares, tão magras e tão pesadas, com raríssimas exceções (haviam as que também flutuavam), estas se parecem duras ou molas porque quicam em suas roupas femininas, as vezes vaporosas, roupas que para serem desejáveis prescindem das modelos.
Há muita coisa entre as modelos dos anos 80 e as de agoras, dizem mesmo que uma nova mulher (?) e uma nova modelo,,,
janeiro 25, 2011
janeiro 24, 2011
janeiro 13, 2011
janeiro 11, 2011
janeiro 06, 2011
Art Eggcident
janeiro 02, 2011
janeiro 01, 2011
Ainda sobre a guerra
dezembro 31, 2010
dezembro 30, 2010
guerra é de quem de guerra for capaz
Opinião, diametralmente oposta a noção de que a troca é um dos principais meios da relação isolamento-individualização, já que ‘"torna supérfluo o gregarismo e o dissolve". (Marx apud Canevacci. p. 7). Eu mesma não acho que se produza algo sozinho, anos e anos de aperfeiçoamento de técnica, saberes estão inclusivos num processo produtivo.
Não é toa que quando voltaram da primeira guerra os operários europeus se arrogaram a "poder" como diz Argan em Arte Moderna: "A classe operária, consciente de ter contribuído e sofrido com o esforço bélico mais do que qualquer outra, vai adquirindo peso político decisivo. Além disto, a revolução bolchevique demonstrou que o proletariado pode conquistar e manter o poder. Nós já tivemos operários presidentes.
Ok, mas isso não confere ao operário nenhum dignidade a mais, o designer, o técnico, o gerente, o executivo adquirem este valor. E as conversações ficam para os filósofos e os sindicalistas (estes já no fim de carreira).
dezembro 29, 2010
dezembro 28, 2010
dezembro 27, 2010
dezembro 26, 2010
dezembro 21, 2010
Aos Amigos, Tudo! aos inimigos, o youtube!
A web gira e o wikileaks roda. De post em post o nauta acha o lost.
O preço da felicidade é a eterna militancia." In. wilson yoshio.blogspot
http://blogdosamuraiuchinanchu.blogspot.com/
dezembro 19, 2010
dezembro 15, 2010
Anjos e vampiros, insights incompletos
dezembro 03, 2010
De volta pra casa
Andei, estive na Avenida Rio Branco em meio ao povo comum e engravatados que pagam mais de 50 reais por Buffet no almoço (?). Entrei pela primeira vez no Prédio do MEC, tive uma experiência de forno. Como Ipanema e Leblon estão distantes do centro. Dessa vez choveu ... Fui a todas as livrarias que tive e não tive direito, gastei o que não devia. Vou dever...
Ficar só no Rio me deixa deprimida (foi apenas uma segunda assim). Participei de um evento em que encontrei amigos, conhecidos, pessoas que admiro, passei pelo centro e foi bom. O centro do Rio é uma riqueza! Não fui a Gamboa, tomei uma sopa de 5 reais, deixei metade de um copo de vinho.
Conversei com Robson sobre Tostoi. Ele me contou sobre a narrativa sob o ponto de vista de bichos e que tem vontade de fazer uma coletânea sobre esse assunto. Eu contei sobre uma das palestras do encontro que abordou contos de Guimarães Rosa em bois conversavam. Um deels está em "Corpo de Baile". Segundo o expositor os contos tratavam sobre "o quem das coisas".
Estou mudando de novo de opinião sobre narrativas. Dormi mais do que podia, cheguei 20 minutos antes do avião partir de volta.
novembro 15, 2010
Realidade, acho que sei como é
Realidade não é árvore, não tem pomos e nem a dispomos. Seria rizoma? está por ai e nem aí, como nós em nossas redes, está em toda parte e em nenhuma. Realidade combina com ubiquidade.
outubro 22, 2010
outubro 07, 2010
Ainda me deixam falar!!!!
Só ruminando muito constato que fui vítima de silogismo barato, o raciocínio que achata diferenças, diversidades é o seguinte: se dirigentes do PT, membros do governo ou aliados cometem atos de corrupção, todo petista é corrupto assim como seus simpatizantes. Como me enquadro na categoria de simpatizante logo sou corrupta. Dizem “lamento muito você é a favor da bandidagem!”.
Não sou não, mas não discuto caso de polícia seja sobre os filhos de Erenice seja sobre o goleiro Bruno porque pra isso existe polícia e justiça, e não posso julgar com as informações que estão disponíveis. Por outro lado, não quero ocupar a posição de juiz de quem quer que seja.
Se evoca o plano epistemológico mas se mantém a discussão no plano de valores. A moral é colocada acima do projeto ou ações governamentais. O projeto e a gestão se “sujam” e você que concorda com projeto, com a gestão e se o defende é ingênua, e se você diz que se vive num momento democrático, pelo menos no momento da escolha e do voto, você não só é ingênuo, é crédulo também. Ridículo de fato. Só não me atribuem a pecha de má fé porque sou boazinha, eu acho! Porque vivo do meu emprego ou tiveram pena de mim porque sou crédula, uma coitada. E só me faltaria essa.
Não façamos confusão com momento democrático em que você exerce o direito democrático do voto com período de governo e as ações legislativas (não só do executivo) quando injunções e lobbies de toda natureza intervém. Aqueles que financiam campanhas provavelmente cobram seu troco, certamente da maioria de deputados e de senadores, que representam agro-negócio, corporações, setores corporativos.
Acho imoral e hipócrita o deslocamento da discussão de programas e projetos para o país estritamente para a questão moral. Afinal política não se exerce especificamente neste âmbito infelizmente, em praticamente nenhum governo do Brasil e do mundo.
Na discussão um sujeito usou uma tática retórica de redução do adversário colocando-se na posição superior, como se ocupasse alguma posição relevante. Primeiro atacou minha moral: sou a favor da bandidagem, depois subestimou minha capacidade de discernimento: sou ingênua; depois veio para o meu campo e me atribuiu erro epistemológico. Cometo erro epistemológico por que me coloco contra o neoliberalismo. A diversidade de pensamento também se dá na ciência política ou não? Ciência política não é estritamente um problema de conhecimento porém de sabedoria, de bom senso, política por sua vez um problema de crença, de simpatia e de afeto.
Simplesmente me afeta alguém supor porque algum espírito de porco pisou feio na bola tenho que jogar fora todo um projeto político e aderir à força ao retrocesso democrático.
Sei que apenas um passo curto foi dado mas ele é concreto. Não é autonomia aceder ao mercado????, milhares acessaram o mercado, a chamada classe c, milhares tem luz elétrica nas regiões rurais, mais milhares entraram em universidade públicas e em escolas técnicas, mais milhares conseguiram empregos, muitos pequenos conseguem exportar seus produtos coisa que gente muito grande conseguia antes. A periferia faz cinema, teatro, fotografia, publica livros. A periferia conta suas próprias histórias não precisa de intermediários, intelectuais e artistas consagrados para isso. Enfim, não sucumbimos a crise como países europeus e os Eua, muito se deve a criatividade da ex ministra da Casa Civil, candidata a presidente do Brasil: a criação do PAC e Minha Casa Minha Vida. Projeto este útil no momento de crise mas que na minha humilde opinião deve ser retotejado às diretrizes pensadas pelo Ministério das Cidades e a redemocratização da questão da habitação, ou seja deve-se reduzir o peso decisório do mercado neste setor.
Posso até romper um dia essa minha simpatia política, pois perdão também cansa de perdoar, mas daí a dar munição para o outro lado,,, tenho que caducar antes que isso aconteça.
Bom Dilma!
agosto 11, 2010
Olhos pros lados e ninguém...
Dizem que professores, por que não saem da escola, não se tornam adultos de fato.
Me sinto assim: muitas vezes, olho pros lados e não tem mais ninguém da minha faixa etária, com a diferença de que nem sempre é tão divertido (e punk) quanto na cena musical rock and roll....


























