dezembro 02, 2013

Folha de S.Paulo - Colunistas - Raquel Rolnik - O Masp e a casa da sogra - 02/12/2013

Folha de S.Paulo - Colunistas - Raquel Rolnik - O Masp e a casa da sogra - 02/12/2013
Há duas semanas o "Estadão" defendeu em seu editorial o cercamento do vão livre do Masp como forma de proteger o museu da ameaça de "viciados", "traficantes", "moradores de rua" e "grupos de manifestantes" que tomaram conta do espaço.
O jornal reverberou declarações do curador do museu, Teixeira Coelho, que, diante da recusa do Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional em aceitar seu pedido de instalação de grades no vão livre, classificou tal posição como "um atraso".
Outra solução levantada pelo editorial seria "uma ação enérgica" da polícia, "para colocar cada um no seu devido lugar", já que o vão livre se tornou "a casa da sogra", "onde qualquer um faz o que bem entende".
Reportagem da Folha da última sexta-feira estampa barracas de camping ocupando o espaço, servindo de moradia a pessoas sem teto, e reitera a imagem de "abandono" do lugar.
Não é à toa que o Masp se tornou um dos símbolos de São Paulo, além de um dos lugares mais apropriados pelos paulistanos. Poucos são os espaços da cidade que estabelecem uma relação tão bem-sucedida entre o público e o privado, a cultura, a arte e a vida cotidiana dos cidadãos.
Na contramão dos equipamentos culturais desenhados para serem monumentos de celebração a uma arte-mercadoria, glamourizada e identificada com as elites, o Masp nasceu para ser uma espécie de antimuseu, radicalmente aberto para a cidade.
Em filme de 1972, Lina Bo Bardi, autora do projeto, fala sobre o Masp: "[...] minha preocupação básica foi a de fazer uma arquitetura feia, uma arquitetura que não fosse uma arquitetura formal, embora tenha ainda, infelizmente, problemas formais. Uma arquitetura ruim e com espaços livres que pudessem ser criados pela coletividade. Assim nasceu o grande belvedere do museu, com a escadinha pequena. A escadinha não é uma escadaria áulica, mas uma escadinha-tribuna que pode ser transformada em um palanque. Eu quis fazer um projeto ruim. Isto é, feio formalmente e arquitetonicamente, mas que fosse um espaço aproveitável, que fosse uma coisa aproveitada pelos homens".
O vão livre do Masp é, portanto, o próprio museu. E os moradores da cidade, celebrando este belo presente, afirmam todos os dias seu caráter público: heterogêneo e múltiplo, ocupado e povoado por todo e qualquer tipo de gente, de evento e de situação, afirmando ali a dimensão pública da arte, da cultura e da cidade.
Se nos choca e indigna ver o vão do Masp (e outros espaços públicos) ocupado por pessoas viciadas em crack e moradores sem teto, é de políticas públicas decentes de saúde mental, de moradia e de assistência social que necessitamos, com urgência.
Não são as grades nem a repressão policial que vão enfrentar a situação de vulnerabilidade em que se encontram muitos paulistanos. Se eles estão ali, expondo a precariedade e a situação limite de sua existência, é porque, simplesmente, não há nada nem ninguém que os acolha, propondo alternativas reais para essa situação.
A imagem das barracas armadas no Masp só afirma a urgência de implementação de políticas que avancem nesta direção. Uma boa gestão de cidade mantém a qualidade de seus espaços públicos cuidando tanto de seu estado físico de conservação quanto da vulnerabilidade de parte de seus cidadãos.
Se o vão livre do Masp tem sido cada vez mais palco de manifestações, é justamente por acolher de forma tão eloquente uma das reivindicações centrais dos protestos recentes: a necessidade de constituição de uma esfera verdadeiramente pública no Brasil.

novembro 26, 2013

uma vez transei com um cara da tribo de Moisés, foi ele quem soldou o bezerro de ouro, com modelo ditado pelo ancião depravado,foi ele quem mais o adorou sem jamais compreendê-lo. depois da ira de Moisés, ele confundiu imagem com a coisa, sua vista jamais clareou.
Hj ele segue na rabeira da tribo catando os restos das mulheres que perderam os maridos e dos amigos que não podem mais caminhar, tendo medo dos cães que ladrem e não mordem

Professora que se diz vítima de macartismo propõe debate ao vivo: "Eles acusam, eles julgam, eles punem" - Viomundo - O que você não vê na mídia

Professora que se diz vítima de macartismo propõe debate ao vivo: "Eles acusam, eles julgam, eles punem" - Viomundo - O que você não vê na mídia
VER ARTIGO
CARTA DA PROFESSORA COPIADA DO ARTIGO ACIMA

Sr. coordenador do blog escolasempartido:
Em resposta a seu aviso de publicação de artigo em que veicula informações descontextualizadas e distorcidas sobre minhas aulas e minha correspondência particular com meus alunos – vale ressaltar que a simples publicização de informações circulantes em grupo fechado privado, sem previa autorização, já constitui irregularidade passível de responsabilização e penalidade previstas em lei –, venho notificá-lo de minha discordância e consequente desautorização da referida publicação, vinculando meu nome aos propósitos difamatórios do blog que o sr. coordena.
Primeiramente, dado que a questão me é dirigida como docente, e não como simples cidadã, quero salientar, antes de qualquer coisa, a ausência de legitimidade de seu blog para julgar conteúdos ministrados por mim ou por qualquer outro professor. O direito à liberdade de expressão lhe garante a divulgação de suas opiniões sobre qualquer coisa, mas serão sempre, e apenas, opiniões. Ainda que o sr. tenha assumido, perante seu grupo ou seu partido, o papel de paladino da educação brasileira, nem o sr. nem seu blog são órgãos fiscalizadores do Ministério da Educação, nem podem pretender agir como tal, arrogando-se autoridade legal para censurar o pensamento e a livre expressão. Por isso, causa estranheza sua ameaça de que a “publicação será feita, a menos que eu demonstre não serem verdadeiros os fatos” (tendenciosamente) articulados, em que se pressupõe que, além de “fiscal”, o sr. atribui-se a posição de “julgador” do que seja a verdade (e isso, logicamente, sob sua lente particular e enviesada).
Além disso, sr. preclaro autoproclamado paladino das liberdades democráticas, antes de tudo, deixemos evidente que quem se declara “sem partido” como o faz o seu blog está se declarando, na verdade, a favor do partido que sempre quis ditar os rumos desse país. Portanto, para começo de conversa, é imperativo esclarecer que é desse lugar de desinteligência que entendo partir sua ameaça, de resto, tendenciosa e infundada.
Não pretendo perder meu tempo com excrescências de corte fascista, mas, como advogado que é, o sr. deve saber que devo notificá-lo, para alertá-lo sobre as consequências de sua não observância de minha desautorização. É assim que, ciente de meus direitos como cidadã e docente, bem como do que determina a Constituição Federal, notifico em resposta minha discordância e desautorização diante do que considero uma afronta de sua parte, passível de reparação nos termos da lei. Sem a menor intenção de dar-lhe qualquer explicação, mas a título de ressaltar fatos elementares, amplamente conhecidos, recordo-lhe que a autonomia didático-pedagógica assegurada às Instituições de Ensino confere à FATEC o poder-dever de determinar os programas de ensino da Instituição, conforme o artigo 207 da Constituição Federal: “As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.”
Como professora contratada pela FATEC por meio de concurso público, igualmente me é assegurada a autonomia para, dentro de minha área de especialidade, definir o plano de ensino no formato em que julgar que deva sê-lo.
Isso seria o bastante para apenas ignorar sua ameaça (e é disso que se trata, já que, salvo melhor juízo, não há qualquer embasamento científico que confira ‘foros’ de ‘parecer’ àquilo que, a despeito de ser livre exercício de manifestação de pensamento, é apenas tentativa de calar o que vai de encontro àquilo que o “partido” – seja lá qual for – da “escola sem partido” crê deva ser posto em debate); todavia, ameaças desse tipo, por mais inócuas que pareçam, não podem ser ignoradas. O sr., seus chefes e seus seguidores são adultos que devem assumir a responsabilidade pelas ações persecutórias que desencadeiam e suas consequências. E é o que acontecerá – o sr., seus chefes e seus seguidores responderão judicialmente caso tentem vincular meu nome à sua campanha de bullying ideológico.
Posto isso e neste sentido é que deve seu blog – que considero um instrumento pernicioso de desinformação e desrespeito às liberdades democráticas – abster-se de publicar qualquer artigo com meu nome. Como advogado, o sr. deve conhecer o artigo 20 do Código Civil – que fiz constar na epígrafe desta carta-notificação –, onde se lê que:

“Salvo se autorizadas, ou se necessárias à administração da justiça ou à manutenção da ordem pública, a divulgação de escritos, a transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais.”
Não é preciso grande esforço argumentativo para evidenciar que a mera citação de meu nome em qualquer publicação veiculada por seu blog incorreria em todos os aspectos previstos pelo referido artigo, tendo em vista que meu currículo de profissional graduada e pós-graduada pela melhor universidade da América Latina, pesquisadora atuante, pela mesma instituição, em grupo devidamente credenciado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), bem como minha irrepreensível conduta profissional como professora de ensino médio, técnico e superior de instituições educacionais públicas e privadas de reconhecido prestígio, garantem-me a honra, a boa fama e a respeitabilidade que seu tacanho projeto ideológico visa comprometer e a cuja preservação fica-me garantido o direito pelo já citado artigo 20 do Código Civil.
Sendo, por ora, o que tenho a notificar, finalizo por registrar meu mais profundo sentimento de honra por saber-me listada entre os desafetos de seu grupo. Em minha humilde prática docente, é motivo de imensurável orgulho ser objeto da sanha persecutória do “partido” da “escola sem partido”, ao lado de autores e educadores, eles, sim, dignos de reconhecimento e respeito.
Atenciosamente,
Cleonildi Tibiriçá

novembro 22, 2013

RACISMO E EDUCAÇÃO EM FILMES

http://www.geledes.org.br/areas-de-atuacao/educacao/noticias-de-educacao/22034-13-filmes-que-discutem-racismo-na-educacao

agosto 19, 2013

Somos todos César

Somos todos César
Por Laís Modelli

Crônica sobre garoto mexicano, em meio à rebelião dos estudantes, inaugura nova coluna de “Outras Palavras”: agora sobre aqueles que não vemos
Texto e foto: Laís Modelli
Outras Palavras inaugura uma nova coluna: “Outras Pessoas/Outras Vidas”. Publicada semanalmente, trará textos dos jornalístas Laís Modelli e Rôney Rodrigues. Serão perfis de pessoas anônimas, marginalizadas, esquecidas. Rostos que sofrem os problemas sociais e que fazem parte das piores estatísticas publicadas nos jornais diários. Pessoas que têm perguntas – e respostas – embora nunca sejam perguntadas; que têm desejo e sonhos, que talvez nunca se realizem. Pessoas que existem, mas não enxergamos.
México. Está ali, ao lado do país mais influente do mundo. Tem uma das fronteiras mais problemáticas do cenário global, nos últimos cem anos. Mas quem são os seus? Qual o nome do atual presidente do país? Ignoramos a informação, não sabemos responder. Mas deveríamos – por questões de geografia, ética e direitos humanos.
Pois Enrique Peña Neto, atual presidente do México, é membro de uma agremiação política – o PRI, Partido Revolucionário Institucional – que governou o país por setenta anos seguidos, no século passado, e em 2013 voltou à Presidência. Enrique foi acusado, durante sua campanha eleitoral, de matar a própria mulher (ela era dependente química, em um país que tem como maior problema social o narcotráfico). Também é acusado de casar logo em seguida com uma atriz famosa e popular, que teria escolhido e encomendado em uma revista tipo “Caras”. Ainda estão nas contas de Peña e do PRI a acusação de ter produzido fraude nas eleições presidenciais, no ano passado. É aqui que começa nossa história: na fraude.
Setembro de 2012
Monumento da Revolução, Cidade do México. Avisto dezenas de barracas armadas embaixo do ponto turístico construído em homenagem a Emiliano Zapata e à Revolução Mexicana. Caminho a passos largos até elas, mas não me deixam entrar no acampamento. Jovens desconfiados me tomam pelo braço, me pegam a câmera e me fazem apagar a foto que descuidadosamente tirei de uma criança que corria entre as barracas.
Perguntam quem sou eu e o que quero ali. Eu não sei responder nem a primeira, nem a segunda pergunta. Pouco tempo depois, descubro que eles se chamam de #YoSoy132, um dos maiores movimentos sociais da atualidade do México. Nasceram contra a fraude eleitoral e a reeleição do partido de Enrique Peña Neto. Começou com estudantes e professores universitários, em julho de 2012, até que se popularizou e passou a atrair pessoas de outros segmentos da sociedade, como estrangeiros, ilegais, desempregados e o César.
César
8 anos. Não tem pai. Mãe desempregada. Ascendência indígena. Antes mesmo de falar o espanhol, já falava o dialeto de seus antepassados, porque esse aprendeu em casa, não precisou ir para escola. É baixinho, de olhos puxados, mirrado como a sua condição social.
Mas César tem o dom para os discursos esquerdistas a la Maiakovsky. Esse ímpeto discursivo o fazia tomar o microfone em todas as manifestações e assembleias. Aí era gigante. Enchia os pulmões de ar e berrava para a multidão. “México: alerta!”, “Coca-cola: asco! Enrique Peña Neto: asco!” Oito anos. Eu não tinha essa consciência aos dezoito. César ainda não sabe escrever um mundo de palavras em espanhol, mas já sabe o que significa asco político. César não tem mais casa, mora com a mãe no acampamento do #YoSoy132. César não frequenta a escola porque não conseguiu vaga. É normal isso no México, sempre ficam crianças de fora um ano ou outro. Naquele ano, foi a vez do César. O jeito era virar morador de barracas aos pés de Zapata. Para compensar a falta da sala de aula, os manifestantes do movimento se revezavam em aulas de gramática, matemática e até de artes cênicas para o menino mirrado. César se tornara o coração do acampamento.
Janeiro de 2013. Vem a verdade sobre César: a mãe do menino era uma espécie de espiã do partido de Peña Neto que se infiltrou no acampamento. Em troca de cestas básicas, ela deveria fornecer informações e nomes de organizadores do movimento.
Todos sentiram o nó na garganta quando descobriram o que levara César ao acampamento do #YoSoy132 – desde o mais revolucionário ao mais “maria-vai-com-as-outras”. O garoto ainda era novo pra compreender, mas o seu asco dito nos microfones da revolução vinha de quem comprava sua mãe, desempregada, alienada pelo Estado e largada pelo marido. César, por não ter o que comer, também não podia mais ter em que acreditar. Beija essa boca que te escarra, César. Afaga essa mão vil que te apedreja. É a mais perfeita vida que Augusto dos Anjos anunciava tempos atrás.
Esses são tempos de Césars. De milhões deles por ai, morando embaixo de monumentos de Zapata, embaixo do Minhocão, esquecidos no vão do Masp e largados embaixo das pontes, à mercê da sociedade. Somos todos pais de César, calados pela fome do básico. Somos todos Césars

julho 25, 2013

Atitudes que drenam energia | Sob Malhete

Atitudes que drenam energia | Sob Malhete

Desespero
1 – Pensamentos obsessivos
Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
2 – Sentimentos tóxicos
Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo
Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
4 – Fugir do presente
As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
5 – Falta de perdão
Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.
6 – Mentira pessoal
Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
7 – Viver a vida do outro
Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8 – Bagunça e projetos inacabados
A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9 – Afastamento da natureza
A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
(Autor Desconhecido)
Antonio Santin

julho 21, 2013

Shimeji com Nirá @ La Palma

Shimeji com Nirá @ La Palma
entradinha
INGREDIENTES
200 gramas de Shimeji
1/2 maço de nirá( ou nira com flor)picados em mais ou menos 2 cm
óleo
shoyu
saquê Azuma Kirin ( saquê seco)
açúcar a gosto
COMO PREPARAR
1. Esquente a panela com um fio de óleo;
2. Coloque o Shimeji cortado em pedaços grandes, o nirá, tempere com o shoyu, um pouquinho de saquê, mais ou menos 2 colheres de sopa de açúcar;
3. Deixe cozinhar por aproximadamente 5 minutos e está pronto!
Caso vocês queiram servi como prato principal, deixo aqui uma sugestão de receita igualmente fácil.

Frango com Shimeji e Nirá

Ingredientes
500grs de peito de frango cortado em cubinhos
1/2 cebola picadinha
1/2 maço de Nirá picado
5 colheres de sopa de molho de soja ( shoyu) ou se preferir à gosto
1 bandeja de shimeji claro ou escuro
2 colheres de sopa de manteigaou azeite de oliva
Preparo
Refogue a cebola na manteiga até amolecer, junte o frango em cubinhos e deixe dourar um pouco.Acrescente 5 colheres do molho de soja (shoyu) e mexa bem.Acrescente o shimeji mexa mais um pouco até que ele fique macio.No final acrescente o Nirá.
um dia calmo de solidão constituinte, reconstituinte, nenhuma voz humana ou um ou outro cumprimento, saudação...
preciso de silêncio e música, e calma

julho 14, 2013

From Chaos to Calm » Professional Organizer, Rochester NY

From Chaos to Calm » Professional Organizer, Rochester NY

From Chaos to Calm, LLC is a professional organizing service that uses proven, innovative methods & techniques to eliminate clutter, disorganization and related stress within your physical and mental environments.

março 07, 2013

à direita de novo

no canto à direita


Extraída do PG de Gabriel Ramos em andamento em 7/03/2013


Proverbios 30



Palavras de Agur, filho de Jaque, o masaíta, que proferiu este homem a Itiel, a Itiel e a Ucal:
Na verdade eu sou o mais bruto dos homens, nem mesmo tenho o conhecimento de homem.
Nem aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do santo.
Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas numa roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome? E qual é o nome de seu filho, se é que o sabes?
Toda a Palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele.
Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso.
Duas coisas te pedi; não mas negues, antes que morra:
Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção de costume;
Para que, porventura, estando farto não te negue, e venha a dizer: Quem é o SENHOR? ou que, empobrecendo, não venha a furtar, e tome o nome de Deus em vão.
Não acuses o servo diante de seu senhor, para que não te amaldiçoe e tu fiques o culpado.
Há uma geração que amaldiçoa a seu pai, e que não bendiz a sua mãe.
Há uma geração que é pura aos seus próprios olhos, mas que nunca foi lavada da sua imundícia.
Há uma geração cujos olhos são altivos, e as suas pálpebras são sempre levantadas.
Há uma geração cujos dentes são espadas, e cujas queixadas são facas, para consumirem da terra os aflitos, e os necessitados dentre os homens.
A sanguessuga tem duas filhas: Dá e Dá. Estas três coisas nunca se fartam; e com a quarta, nunca dizem: Basta!
A sepultura; a madre estéril; a terra que não se farta de água; e o fogo; nunca dizem: Basta!
Os olhos que zombam do pai, ou desprezam a obediência à mãe, corvos do ribeiro os arrancarão e os filhotes da águia os comerão.
Estas três coisas me maravilham; e quatro há que não conheço:
O caminho da águia no ar; o caminho da cobra na penha; o caminho do navio no meio do mar; e o caminho do homem com uma virgem.
O caminho da mulher adúltera é assim: ela come, depois limpa a sua boca e diz: Não fiz nada de mal!
Por três coisas se alvoroça a terra; e por quatro que não pode suportar:
Pelo servo, quando reina; e pelo tolo, quando vive na fartura;
Pela mulher odiosa, quando é casada; e pela serva, quando fica herdeira da sua senhora.
Estas quatro coisas são das menores da terra, porém bem providas de sabedoria:
As formigas não são um povo forte; todavia no verão preparam a sua comida;
Os coelhos são um povo débil; e contudo, põem a sua casa na rocha;
Os gafanhotos não têm rei; e contudo todos saem, e em bandos se repartem;
A aranha se pendura com as mãos, e está nos palácios dos reis.
Estes três têm um bom andar, e quatro passeiam airosamente;
O leão, o mais forte entre os animais, que não foge de nada;
O galgo; o bode também; e o rei a quem não se pode resistir.
Se procedeste loucamente, exaltando-te, e se planejaste o mal, leva a mão à boca;
Porque o mexer do leite produz manteiga, o espremer do nariz produz sangue; assim o forçar da ira produz contenda.

Aula de 05/05/1994 – Produzir seu próprio inconsciente – I « Centro de Estudos Claudio Ulpiano

Aula de 05/05/1994 – Produzir seu próprio inconsciente – I « Centro de Estudos Claudio Ulpiano

Coolmeia: 3 Condições Necessárias para a Cooperação Humana

Coolmeia: 3 Condições Necessárias para a Cooperação Humana

fevereiro 10, 2013

GENGIBRE

(...) se sentindo cansado, rígido e dolorido?. Se você também faz parte do time dos que sentem dor crônica.? (...) sabe-se que pode ser totalmente insuportável às vezes.
O Dr. Al Sears avisa: Tomar analgésicos pode ser perigoso devido aos efeitos colaterais, que em alguns casos, podem até ser mortais.
Drogas como Motrin, Advil, Aleve, e outros AINEs (medicamentos anti-inflamatórios) têm sido associadas a danos nos rins, anemia, palpitações cardíacas e hemorragia gastrointestinal
Isso é realmente algo assustador!
Mas o Dr. Al Sears indica um analgésico que não tem efeitos colaterais.
(...). Pasme, mas esse analgésico se chama GENGIBRE. Isso mesmo! Gengibre. Durante séculos o Gengibre tem sido usado em toda a Ásia para tratar dores nas articulações, resfriados e até mesmo indigestão.

O Gengibre cru ou cozido pode ser um analgésico eficaz, mesmo para condições inflamatórias como a osteoartrite. Isso porque a inflamação é a causa raiz de todos os tipos de problemas como
artrite, dor nas costas, dores musculares, etc.
Ele contém 12 compostos diferentes que combate a inflamação.
Um desses compostos abaixa os receptores da dor e atua nas terminações nervosas. Juntos, eles trabalham quase o mesmo que as drogas anti-inflamatórias, tais como o ibuprofeno e a aspirina, mas sem os efeitos colaterais. Assim, se a sua intenção é eliminar esses analgésicos, passe a consumir o Gengibre. Segue algumas dicas para você ter uma boa dose diária de gengibre:
Ao fritar alguns alimentos junte o Gengibre e mexa bem: ele vai adicionar um sabor revigorante para qualquer prato de carne e vegetais. Complemento: A maioria das farmácias ou lojas de produtos naturais vendem gengibre em pó, em comprimidos ou cápsulas.

Procure por um extrato com gingerols 5%.
Use uma compressa de gengibre sobre zonas doloridas:
Isso vai estimular a circulação sanguínea e aliviar dores nas articulações.
Beber chá de gengibre: É barato. É muito fácil. O gosto é ótimo. E cura
Aqui está uma receita usada pelo Dr. Al Sears:
* Quatro copos de água;
* Um pedaço de aproximadamente 5 cm de Gengibre descascado e
cortado em fatias; * Limão e mel a gosto. Se preferir, use laranja
no lugar do limão. Fica ótimo!

Ferva a água numa panela com fogo alto.
Assim que começar a fervura adicione as fatias de Gengibre,
deixe em fogo baixo, cubra a panela
para que os vapores não saiam e deixe fervendo por aproximadamente 15 minutos.
O chá está pronto!
Basta coar, e adicionar o mel com o limão ou laranja.
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Conheça as top 10 músicas do capeta | Full Rock Inc.

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fevereiro 04, 2013

Willy Kessels


...

Top, view of a room at the Erste Internationale Dada Messe in Dr. Burchard’s Art Salon, Berlin, 1920; (abaixo esquerda), Johannes Baader’s Deutschlands Grosse und Untergang, 1920; direita, Raoul Hausmann’s Der Kunstkritiker, 1919):

Raoul Hausmann. Untitled. February 1931. Gelatin silver print, 13.6 x 11.2 cm. The Museum of Modern Art, New York. Thomas Walther Collection. Gift of Thomas Walther © 2012 Raoul Hausmann / Artists Rights Society (ARS), New York / ADAGP, Paris.


«a louca da casa»

 
 
 "Há coisas que escusávamos de saber, par exemple, que Malebranche chamou à imaginação «a louca da casa».
Que lhe tenha vindo a ser cortado rente, à medida que nos esquecemos dele.Não sei que louca lambuzou a orelha do Kafka quando ele escreveu: «(em alemão) o nível médio da linguagem não é senão cinza», mas eu quero essa louca para mim."""
Antonio Cabrita. lisboa/ maputo

janeiro 29, 2013

Bath of Consolation

he Bath of Consolation No. 6 serigraphy         30 x 22.5"          22/25  

Song Yong Hong


todos bem



Amo de cabelo pixaim a chapinha;
Perfume francês a vapor de maconha;
Salto alto, tênis novo ou doado;
Chinelo de dedo ou pé descalso;
Pele lisinha ou marcada de catapora
Cheinho, tortinho ou modelo
Amo os de pergunta difícil, pergunta fácil, amo os fazem perguntas;
Não, não gosto dos preguiçosos, mas não sei quais são;
Os que estranham, se espantam e também os blasé, os que parecem de olhos abertos, mas só olham para o umbigo, amo também;
Amo, adoro os que querem mudar o mundo, os que têm opinião sobre tudo e pensam que estão certos;
Amo os tomam iniciativa, mas também os tímidos, os perdidos, os que não sabem o que querem, os que matam aula, os que vem à aula antes do feriado;
Amo os que param no meio do caminho e os que seguem desembestados; os lentos também;
Amo a sua alegria e quando ficam deprimidos me preocupo; quando ficam doentes, quando choram no corredor me preocupo;
Não amo muito quando trabalham pouco e querem nota boa; mas ainda assim amo de alguma forma;
Adoraria que ficassem jovens pra sempre e que adquirissem sabedoria cedo; que não ficassem longe de mim;
Amei chegar segunda à faculdade e ver todos bem!!!